“Formação Do Gestor: Como Aprende E Se Desenvolve?

12 May 2019 17:37
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<h1>Institui&ccedil;&atilde;o ISCAP In Portugal </h1>

<p>No meio da poeira de uma obra, Trip encontrou uma crian&ccedil;a jovem, de longos cabelos claros. Paciente, ela passou a tarde toda posando pra fotos e respondendo a quaisquer perguntas que lhe atirassem. Pr&oacute;-Reitoria De Busca E P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o , empoeirada, quem sabe n&atilde;o desconfiasse que Fernanda Tovar-Moll, aos 41 anos, &eacute; uma das figuras mais influentes da ci&ecirc;ncia brasileira. Entender Por Perguntas De Concurso &eacute; Fundamental Para Passar Na Prova na qual essas fotos foram feitas &eacute; o territ&oacute;rio onde vai surgir a sede paulistana do carioca Instituto D’Or de Busca e Ensino (Idor), uma entidade sem fins lucrativos da qual ela &eacute; cofundadora e vice-presidente. O presidente &eacute; seu marido, Jorge Moll Neto, filho de Jorge Moll Filho - tamb&eacute;m m&eacute;dico e fundador, juntamente com Alice Moll, da Rede D’Or.</p>

<p>O empreendimento &eacute; hoje o superior grupo hospitalar independente do Brasil - e a fam&iacute;lia &eacute; dona bem como de 37 hospitais espalhados pelo povo todo, inclusive as unidades D’Or do Rio e as do S&atilde;o Luiz de S&atilde;o Paulo. Fernanda, claro, tem (muitos) m&eacute;ritos pr&oacute;prios. Apaixonada por ci&ecirc;ncia e por medicina desde a inf&acirc;ncia, ela come&ccedil;ou a trilhar este caminho prontamente pela adolesc&ecirc;ncia, quando entrou no ensino m&eacute;dio t&eacute;cnico, em qu&iacute;mica.</p>

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<li>Vinte mar 16H22</li>
<li>Confira quais s&atilde;o as funda&ccedil;&otilde;es estaduais que oferecem bolsas de p&oacute;s</li>
<li>MBA em Gest&atilde;o de Obras e Projetos - Unisul</li>
<li>MBA EM PLATAFORMA BIM (Bim Manager) - Modelagem, Planejamento e Or&ccedil;amento - Inbec</li>
<li>Homologa&ccedil;&atilde;o e divulga&ccedil;&atilde;o dos resultados do m&eacute;todo seletivo</li>
<li>Gest&atilde;o de Desenvolvimento</li>
<li>Gest&atilde;o Geral</li>
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<p>Impaciente, estudou em dois col&eacute;gios simultaneamente, estabelecendo um modelo que tornou-se permanente em sua exist&ecirc;ncia depois (fez moradia m&eacute;dica ao mesmo tempo em que fazia o mestrado e, depois, doutorado e p&oacute;s-doc juntos. Radiologista com interesse pelo c&eacute;rebro, tua pesquisa cient&iacute;fica imediatamente foi parar pela capa do New York Times, no momento em que tuas imagens ajudaram a desvendar a s&iacute;ndrome causada pelo v&iacute;rus zika. Suas imagens ajudaram assim como pela percep&ccedil;&atilde;o desse &oacute;rg&atilde;o incr&iacute;vel que carregamos entre as orelhas, o c&eacute;rebro, ao apresentar tua plasticidade, que &eacute; a capacidade de se modificar de acordo com os est&iacute;mulos, mesmo depois da idade adulta.</p>

<p>A radiologista e o marido chegaram a cogitar deixar o Brasil com os filhos, para virarem cientistas nos Estados unidos, onde fizeram seus p&oacute;s-doutorados. Mudaram de ideia por disposi&ccedil;&atilde;o do sogro dela, que topou o desafio de erguer um instituto de procura independente e &agrave; altura daqueles aos quais tinham acesso como pesquisadores na Am&eacute;rica do Norte. “Ele diz que &eacute; um pesquisador frustrado”, conta Fernanda. Ap&oacute;s terminadas as fotos, passamos quase tr&ecirc;s horas conversando num agrad&aacute;vel quarto hospitalar pela zona sul de S&atilde;o Paulo, decorado com imagens da praia carioca e do Cristo Redentor, em uma unidade de tratamento oncol&oacute;gico da Rede D’Or.</p>

<p>L&aacute;, falamos sobre o assunto c&eacute;rebro e LSD, a respeito de sa&uacute;de p&uacute;blica e privada, a respeito de ser mulher, ser gestora, ser m&eacute;dica, ser m&atilde;e, ser cientista, ser professora. Sobra tempo para qualquer coisa mais? “Na verdade, tenho bastante vida social”, ela responde, sol&iacute;cita, por WhatsApp, acrescentando que cultiva diversos grupos de amigos e que gosta de cozinhar pra gurias.</p>

<p>Trip. Qual foi o maior desafio pro in&iacute;cio de sua carreira pela ci&ecirc;ncia? Fernanda Tovar-Moll. Eu era radiologista e o Gito - de Jorgito, como n&oacute;s o chamamos -, neurologista, trabalhando como m&eacute;dico em uma organiza&ccedil;&atilde;o familiar. Foi custoso pelo motivo de, no momento em que h&aacute; uma rela&ccedil;&atilde;o de fam&iacute;lia, a gente tem que provar que &eacute; &oacute;timo, que n&atilde;o est&aacute; ali por causa desta posi&ccedil;&atilde;o. Isso inclusive guiou nossa ida para fazer o p&oacute;s-doc fora, por causa de era consider&aacute;vel se provar profissionalmente.</p>

<p>A gente n&atilde;o queria que as pessoas achassem que a ci&ecirc;ncia pra n&oacute;s era um hobby. Tudo que n&atilde;o desejamos &eacute; ser encarado, seja como cientista, seja como gestor ou como m&eacute;dico, como uma pessoa que est&aacute; por aqui n&atilde;o por nossas qualidades. Isso acaba sendo um incentivo a mais para a gente fazer melhor, provar que est&aacute; fazendo direito.</p>

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